Museu da TV, Rádio & Cinema


DINA SFAT


Dina Kutner nasceu na capital paulista, em 28 de outubro de 1938.

Dona de uma beleza exótica e ao mesmo tempo delicada, logo percebeu em si o desejo de ser atriz. E a estréia foi no Cinema em 1966, quando fez “Três Histórias de Amor” e “Corpo Ardente”, este último do diretor Walter Hugo Khouri.

Adotou o nome de Dina Sfat e nesse mesmo ano foi chamada para a televisão de São Paulo. Fez na TV Tupi as novelas “Ciúmes” e “A Intrusa”. Foi para a TV Excelsior e atuou em “Os Fantoches”, e em seguida na TV Record esteve em “Acorrentados”.

Intercalou trabalhos em cinema no final da década de 1960, atuando em “A Vida Provisória”; “Edu, Coração de Ouro” e em 1969, fez o inesquecível filme “Macunaíma”, de Joaquim Pedro de Andrade, estrelado por Grande Otelo e Paulo José. Foi aí que a estrela de Dina brilhou de vez.

Em 1970, foi chamada pela Rede Globo e fez uma série de novelas e minisséries, se transformando em uma das principais estrelas da emissora. Fez: “Verão Vermelho”; ”Assim na Terra Como no Céu”; “O Homem que Deve Morrer” e “Selva de Pedra”.

No anos 1970, no Cinema, era uma estrela de primeira grandeza, e esteve em: “Perdidos e Malditos”; “Jardim de Guerra”; “Os Deuses e os Mortos”; “Gaudêncio, o Centauro dos Pampas”; “A Culpa”; “Capitão Bandeira contra o Doutor Moura Brasil” e “Tati, a Garota”.

Na Rede Globo apareceu nas novelas “Os Ossos do Barão”; “Fogo sobre Terra”; “Gabriela”; “Saramandaia”; “O Astro”; “Os Gigantes”; “Avenida Paulista”; “Eu Prometo”; “Rabo de Saia” e “Bebê a Bordo”,  que foi o seu último trabalho como atriz.

No Cinema ainda marcou presença em: “Eros, o Deus do Amor”; “Álbum de Família”; “Tensão no Rio”; “O Homem do Pau-Brasil”; “Das Tripas Coração” e “A Bela Palomera”.

Dina Sfat foi casada com o também ator Paulo José por 18 anos, e teve três filhas, a atriz Bel Kutner,  a atriz Ana Kutner e a diretora Clara Kutner. Ela também namorou o diretor da TV Globo, Wálter Clark.

Dina Sfat faleceu vitimada por um câncer de mama, em 20 de marco de 1989, com apenas 50 anos de idade, na cidade do Rio de Janeiro.

Sua vida está contada no livro “Dina Sfat-Retratos de uma Guerreira”, organizado pelo diretor e produtor teatral Antônio Gilberto e lançado pela “Coleção Aplauso”, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em 2005.

 
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