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O samba e a MPB de luto com a morte de Beth Carvalho



A cantora e compositora  Beth Carvalho morreu no último dia 30 de abril, no Rio de Janeiro, onde estava internada desde janeiro no Hospital Pró-Cardíaco, no bairro de Botafogo. Ela faleceu de uma infecção generalizada, mas há dois anos passava por sério problemas na coluna vertebral.

Elisabeth Leal de Carvalho, a nossa madrinha do samba, estava com 72 anos de idade e nos últimos meses não conseguia mais andar, com intensas dores nas costas. Seus últimos shows foram realizados com ela deitada em um palco. Ela tinha uma inflamação na parte inferior da coluna.

Beth morava na casa de Luana, sua única filha, há meses. Nascida na Zona Sul carioca, entrou para a história como a grande madrinha do samba. Filha de uma família de classe média, ela teve contato com o samba desde pequena. Aos oito anos de idade já se acostumou a acompanhar as gravações de Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso e Aracy de Almeida.

Apaixonada pela Estação Primeira de Mangueira, Beth mergulhou fundo no samba, rompendo barreiras e dando voz a gênios esquecidos como Cartola e Nelson Cavaquinho.  Passou a gravar sambas-enredo numa época em que apenas homens o faziam.

Gravou sucessos como “Vou Festejar” e “Coisinha do Pai”, e lançou talentos como Jorge Aragão, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Sombrinha e Zeca Pagodinho. Seu último trabalho foi o disco “Ao Vivo no Parque Madureira”, gravado em 2014.

No Carnaval de 2017, Beth Carvalho foi enredo da Alegria da Zona Sul, escola do Grupo de Acesso do Carnaval carioca e participou do esquenta ao lado do intérprete Igor Vianna cantando “Vou Festejar”.

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