Museu da TV, Rádio & Cinema


ÊNIO SANTOS


Ênio de Azevedo Santos nasceu em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, em 15 de janeiro de 1922.

Mudou-se ainda menino, com apenas treze anos, para o Rio de Janeiro. Sua distração principal era ir às emissoras de rádio. Frequentava os programas de calouros e participava, pois queria ser cantor. Ia muito ao programa de Renato Murce, da Rádio Nacional, que era a principal emissora brasileira. Acabou por ser contratado como cantor, mas pela Rádio Record. de São Paulo, na década de 1940.

Passou então, já profissional, para a carreira de ator de radioteatro, na década de 1960. E também entrou para a Televisão Continental do Rio. Sua primeira telenovela foi na TV Globo, em 1967, quando fez “Anastácia, a Mulher Sem Destino”, e não parou mais. Em seguida, na mesma emissora, atuou em “Sangue e Areia”; “Rosa Rebelde”, “Véu de Noiva”; “Irmãos Coragem”; “O Homem Que Deve Morrer”; “Uma Rosa Com Amor”;  “O Semideus”; “Fogo Sobre Terra”; “Escalada”;  “Estúpido Cupido”; “Dona Xepa”; “O Astro”; “Feijão Maravilha”; “Os Gigantes”; “Olhai Os Lírios do Campo” e “Água Viva”.

Em 1981, Ênio Santos passou para a Rede Bandeirantes e fez “Os Imigrantes”, novela de muito sucesso na emissora. Voltou à Globo e fez, em 1982, “Sétimo Sentido” de Janete Clair e “Final Feliz” de Ivani Ribeiro. Em 1983, esteve em “Eu Prometo” e “Caso Verdade”. Em 1986, atuou em “Selva de Pedra”, e em 1988, nas minisséries  “O Pagador de Promessas” e  “O Primo Basílio” e na novela “Vida Nova”. Em 1989, fez ” Tieta”; em 1990, a minissérie ” La Mamma” e em 1991, a novela “Salomé”.

Seus últimos trabalhos na Televisão foram na Rede Globo. Na minissérie “Incidente em Antares” e nas novelas “Quem é Você?” e em “O Cravo e a Rosa”.

No Cinema, Ênio Santos fez os filmes: “Fantasma Por Acaso”; “Asas do Brasil”; “Obrigado, Doutor”, “Poeira de Estrelas”; “Por Um Céu de Liberdade”; “Copacabana Me Engana”; “Os Condenados”; “As Moças Daquela Hora”; “Ipanema, Adeus” e “Tem Folga na Direção”.

Ênio Santos foi também um grande dublador de filmes, tendo se destacado ao fazer o Zangado, da “Branca de Neve”; o Timóteo, em “Dumbo”; o narrador em “Hércules”. a Fa Zu, em “Mulan”; o Chefe Ponto em “Moby Dick” e o Willy Wonka na “Fantástica Fábrica de Chocolates”, em 1992.

Ênio Santos faleceu de falência múltipla dos orgãos, em 30 de janeiro de 2002, na cidade do Rio de Janeiro, aos 80 anos de idade.

 
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