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        <description>CDATA[Home UOL</description>
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        <category>Notícias</category>
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            <title>Barbara Fazio  </title>
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            <description> BIOGRAFIA DE BÁRBARA FAZIO, EXTRAÍDA DO DEPOIMENTO DADO AO MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA, EM 06/12/99

Bárbara Fazio é filha de brasileiros e neta de italianos. Nasceu em São Paulo, capital, a 03 de fevereiro de 1929. O pai, Domingos Fazio e a mãe Virginia deram às filhas uma educação muito serena, jamais imaginando que a filha Bárbara se tornasse atriz e se casasse com um dos maiores escritores da televisão, o pioneiro Walter George Durst. Mas isso aconteceu. Domingos Fazio deixava, para satisfação das filhas, que elas frequentassem a Igreja da Pompéia e seu centro recreativo. E nele Bárbara declamava, e era boa nisso.

E foi assim que Walter George Durst chegou a ela. Convidou a jovem para ler poemas em um programa da Rádio Cultura. As irmãs de Bárbara, principalmente a mais velha, protegiam Bárbara, pois logo perceberam um namoro entre a “declamadora” e o “escritor”. Elas gostavam do jeito sério e inteligente de Walter. Bárbara logo começou a trabalhar ao lado dele, escrevendo e depois interpretando textos de rádio. Rádio Cultura, Rádio Tupi, Rádio Bandeirantes. E as irmãs de Bárbara “dobravam o velho”, quando Walter pediu a moça em casamento. Nascia ali um grande amor. Bárbara não apenas amava Walter, como o admirava, já que ele tinha um estilo revolucionário para a época. Gostava do jeito coloquial e informal de representação, bem próximo do cotidiano. O casamento de Bárbara deu-se em 17 de fevereiro de 1950. E ela, poucos meses depois, começou a trabalhar na recém inaugurada TV Tupi.

Começou no “Teatro da Juventude”, de Júlio Gouveia. Depois passou a participar do “TV de Vanguarda”, que existia naquela emissora, principalmente nas grandes adaptações feitas pelo marido. Mas, por ser a esposa, não ganhava nada e procurava não se expor muito, para não despertar ciúme nas atrizes contratadas da época. Foi quando Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes resolveram fazer o filme “O Sobrado”, uma adaptação de um episódio da trilogia “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo. Bárbara, embora clara e alta, ganhou o papel de uma índia. E saiu-se bem. A maquiagem ficou perfeita. “O Sobrado” fez muito sucesso e foi muito aplaudido pela crítica. Bárbara continuou sua carreira, e logo foi para o Teatro de Arena, onde fez várias peças.

E foi também para a TV Record, onde fez teleteatros, também participando do programa “Capitão Sete”. Foi para a TV Paulista, onde viveu uma fase importante, pois Bárbara teve sua primeira filha Ella, e Walter, embora permitisse o trabalho da esposa, gostava muito quando ela ficava em casa cuidando do lar, e o ajudando na preparação dos scripts. A carreira de Bárbara foi assim, cheia de intervalos, em que ela se afastava para depois voltar a aparecer. Participou do programa “O Grupo” de Paulo Gaudêncio. E foram raras as vezes em que Bárbara tinha salário, pois quando trabalhava ao lado do marido, não ganhava nada, pois assim era a maneira de pensar dele, homem sério demais, correto demais. Bárbara esteve ainda na TV Bandeirantes e, anos depois, na TV Globo, TV Manchete e SBT. Fazia teatro que vez em quando, sempre marcando muito com sua presença, e fazendo papéis importantes, como Blanche Dubois, na peça “Um bonde chamado desejo”. Na Globo fez as novelas: “Brega e Chique”, “Coração Alado”, e outras. Na Manchete fez “Tocaia Grande”, e no SBT fez “Ossos do Barão”. Ao terminar essa novela, um grande drama se abateu sobre Bárbara: o marido faleceu.

Walter era o adaptador da novela, e a escreveu até o último capítulo. Após o que, adoeceu e veio a morrer. Já com dois filhos, pois teve também um rapaz, Marcelo, hoje ela pensa em fazer a “Fundação Walter George Durst”, pois possui imenso material deixado pelo esposo. E, ainda conservando a beleza serena, que sempre a marcou, ela vive embalada pela saudade desse amor, razão maior de sua vida, e que durou 50 anos. E que, na verdade, continuará a existir eternamente.</description>
            <author>Renato</author>
            <pubDate>1476791268560</pubDate>
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            <title>Baby do Brasil</title>
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            <description>O nome completo da cantora Baby do Brasil é Bernardete 
Dinorah de Carvalho Cidade. Ela nasceu em 18 de junho de 1952, na cidade de 
Niterói, Rio de Janeiro. Além de cantora , é também intrumentista, pois toca 
violão.Antes de se apresentar como Baby do Brasil, era conhecida como Baby 
Consuelo. A cantora veio de família classe média alta, tendo sido criada na 
cidade de Niterói. Começou a tocar violão e a cantar ainda  menina, tendo 
vencido o  Festival de Música de Niterói, quando estava com 14 anos. Em 
1969, mudou-se para Salvador, Bahia,onde conheceu os músicos: Moraes Moreira, 
Paulinho Boca de cantor e o guitarrista e cantor Pepeu Gomes, com quem veio a se 
casar. Eles formaram o grupo: " Novos Baianos". A gravadora RGE-Fermata logo 
lançou o 1º disco da banda: " É Ferro na Boneca". E eles já entraram para a 
mídia nacion al..Alguns anos depois de gravarem: " É Ferro na Boneca", o 
grupo, já com as mulheres e filhos, mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar 
todos no famoso sítio de Jacarepaguá. Gravaram então o maior sucesso da banda 
que foi:  " Acabou Chorare", escolhida pela Revista Rolling Stones, como 
maior CD de MPB dos últimos tempos. Ela sempre foi admirada  não só por sua 
musicalidade, como por sua criatividade. Seus  discos solo fizeram sempre 
sucesso, salientando-se entre eles:" Menino do Rio"; " Brasileirinho"; " Sem 
Pecado e Sem Juízo", " Cósmica", " Telúrica",  " Pra Enlouquecer"," Kryshna 
Babay", " Ora Pro  Nobis", " Acústico Baby do Brasil"e muitos outros.Baby do Brasil ficou casada muitos anos com Pepeu Gomes e 
eles tiveram seis filhos, todos com nomes criativos, como: Riroca( que mais 
tarde passou a se chamar Sarah Sheeva), Zabelê, Nana Shara, Pedro Baby. Hoje o 
casal está separado.Além de cantora, Babv sempre foi uma pessoa que procurou 
Deus e após vários estudos, em 1990, converteu-se ao cristianismo e hoje é 
pastora da Igreja Mistério do Espírito Santo de Deus Em Nome de Jesus.</description>
            <author>Renato</author>
            <pubDate>1476791268581</pubDate>
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            <title>Bene Nunes</title>
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    BIOGRAFIA DE BENÊ NUNES PARA O MUSEU DA TELEVISÃO 
    BRASILEIRA

Seu nome era:Benedito Francisco José da Penha Nunes

Ele nasceu no Rio de Janeiro, em 16 de novembro de 1920 e faleceu, também no 
Rio, em 7 de junho de 1997. Foi pianista, compositor e ator. Trabalhou em 
cinema, em rádio, em bailes, em shows e deixou vários discos gravados.

Sua vida:

Possuidor de grande musicalidade, ao  quatro anos aprendeu a tocar piano. Teve 
aulas  por seis meses  apenas, depois do que, enveredou por conta própria, na 
arte de tocar, sendo um verdadeiro autodidata.

Foi considerado um “ virtuose” do piano.

Com sete  anos , apresentou-se pela primeira vez no programa de rádio: “ Hora 
Infantil”, da Rádio Cajuti. Para espanto de todos, tocou: “ Pé de Anjo”, de 
Sinhô.Ganhou, em troca, um contrato de seis meses na emissora. Aos 14 anos já 
tocava em gafieiras, em salões. Em 1945, entrou no conjunto: “ 
Milionários do Rítmo”, do maestro Djalma Ferreira, que tocava no famoso “Hotel 
Quitandinha”. Em 1946,fez o filmes: “ A Mãe” de Teófilo de Barros, da 
Cinematográfica Atlântica. Foi o pianista- galã do filme. Em 1949, fez o 
filme: “Carnaval  no Fogo”, de Watson Macedo. Nesse mesmo ano sua 
polca:“Carnaval  no Fogo” foi cantada no mesmo filme e gravada depois por 
Adelaide Chiozzo, importante cantora e acordeonista da época.

Em 1951,gravou: 
“ Moleque Tumba”, “ Gostosinho”. Fez o filme: “ Aí Vem o Barão”. Em 1952,gravou: 
“ Dulce, I Love You” e “ Deserto”. No mesmo ano fez  o filme, como ator:” O Rei 
do Samba”. Depois atuou em : “ Barnabé, Tu És Meu” e “ Fogo na Roupa”, 
contracenando com Adelaide Chiozzo.

Em 1953,gravou:” 
Rapsódia Sueca”   e “ Feitiço da Vila”, de Noel Rosa e Vadico. Nesse ano 
fez  várias musicas para a cinematográfica “ Atlântica”. Nessa mesma década, 
formou uma orquestra com 32 elementos.

Ele era o pianista preferido do Palácio da Catete, sede do Governo Federal, pois 
Juscelino Kubischek sempre o solicitava.

Em 1954,atuou 
no filme: “ Malandros em Quarta Dimensão”, que tinha  ainda a participação de 
Grande Otelo, Blecaute, Bob Nelson, Dick Farney, Nora Ney, Francisco Carlos. 
Em 1955,fez: “ Guerra no Samba”, direção de Carlos Manga.

Benedito Francisco e sua esposa foram os grandes anfitriões do movimento da 
Bossa Nova. Em 1959, reuniu em seu apartamento na Gávea, todos os grandes nomes 
da bossa nova, para uma reportagem de dez páginas da revista: “ O Cruzeiro”. Ai 
estavam: Tom Jobim, João Gilberto, Luiz Bonfá, Ronaldo Bôscoli, Nara Leão, 
Alayde Costa, Luis Carlos Vinhas, Roberto Menescal, Sylvinha Telles, Oscar 
Castro Neves, Nana Caymmi, e outros.Até Ary Barroso,  lá compareceu para 
prestigiar.

Na década de 60, Benedito Francisco gravou: “ Benê Nunes e Seu Piano” e 
“Telefone para 27-9696”.

Em 1970, 
foi homenageado por João do Vale, com a música: “ Coroné Antônio Bento”. A 
partir de 1980,passou a fazer shows só esporadicamente. Sua última 
apresentação foi em 1984, na sala Cecília Meireles.

Benê Nunes foi casado com a cantora Dulce, sua companheira na divulgação e 
incentivo à bossa-nova.

Ele faleceu com 77 anos, no Rio de Janeiro

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            <author>Renato</author>
            <pubDate>1476791268593</pubDate>
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