Museu da TV, Rádio & Cinema

Guto Franco, o primeiro mini-showman da televisão



Em 1966, o cantor, humorista e apresentador Moacyr Franco levou para trabalhar com ele no seu programa “Moacyr Franco Show”, um sucesso da nossa TV na época, o filho, de seis para sete anos, que já demonstrava muita desenvoltura diante de um microfone e das câmeras da televisão.

Foi assim que começou a carreira de Guto Franco, hoje um diretor de respeito da nossa TV. É ele, desde 2010, o redator chefe e diretor do programa “A Turma do Didi” aos domingos, na TV Globo.

O aparecimento de Guto contracenando com o pai, primeiro na TV Excelsior, depois na TV Tupi do Rio e a seguir como um dos grandes trunfos da TV Record, o transformou rapidamente no primeiro mini-showman nacional e deu ao programa “Moacyr Franco Show” uma atração diferente que conquistou adultos e crianças.

Já naquela época, quando criança tinha que dormir cedo, os pais enfrentavam um sério problema quando o programa entrava no ar nos domingos à noite: como tirar os pequenos de frente da TV quando eles queriam se divertir com as maluquices que Guto “aprontava” com o pai no ar?

O sucesso de Guto foi tão grande que ele passou a ter mais popularidade que o pai nos anos 1967/1968. Todos queriam ver o programa, mas a audiência subia mesmo era quando o pequeno artista entrava no palco e disputava a atenção com Moacyr. O público que ia assistir à gravação do programa aplaudia e delirava com as intervenções do pequeno showman.

São célebres também até hoje os quadros que Guto e Moacyr Franco faziam no Programa “Show do Dia Sete”, da TV Record, responsáveis pelos bons números de audiência que o programa conseguia na época.

O tempo passou e Guto adolescente virou ator de novelas, fazendo “O Grito” na TV Globo ao lado da estreante Lídia Brondi. O sucesso não foi o mesmo e ele descobriu que não queria mais os holofotes sobre ele, mas cuidar nos bastidores desses holofotes, e foi assim que virou um redator e diretor de sucesso de programas humorísticos como “A Praça é Nossa”; “Meu Cunhado” e “Ó Coitado!”.

Rodolfo Bonventti

Rodolfo Bonventti

 
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