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Um navio singra por Jacarepaguá



Sempre avançando na qualidade de suas produções a Globo investiu pesado na cenografia da novela “Novo Mundo”. Escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com direção artística de Vinícius Coimbra, a trama da novela das seis do primeiro semestre de 2017, é uma aventura romântica ambientada no Brasil do início do século XIX, entre 1817 e 1822.

São inúmeros os destaques da produção em cenários, ambientação, figurinos, cabelos, figuração. Tudo para dar veracidade histórica e grandiosidade a narrativa.

E um dos itens da cenografia chama muita atenção. A emissora construiu nos Estúdios Globo, no bairro de Jacarepaguá no Rio, uma embarcação fiel a uma nau do século XIX para mostrar a vinda de Dona Leopoldina (Letícia Colin) para o Brasil em 1817. O navio é o palco de grande parte das cenas de ação durante os primeiros capítulos.

E como novela é magia, e o que vale é o que se vê na tela, há um truque nessa historia. Outros barcos surgem na novela, como um cargueiro e um navio pirata. Para dar vida a isso tudo o único cenário torna-se três, com um processo de transformação durante as gravações, Um trabalho que tem mais de 100 profissionais envolvidos.

Sobre a empreitada disse o cenógrafo Paulo Renato: “A gente buscou reproduzir uma nau do século XIX, embarcação que vem desde as caravelas portuguesas e comporta 74 canhões com capacidade para 700 pessoas, entre tripulação fixa e as comitivas que transporta. Fizemos um corte na construção da nossa e reproduzimos uma parte de 25 metros de um navio que no total teria 60 metros. O importante do que está feito aqui é a dimensão e a proporção da embarcação”.

A outra parte do cenário é finalizada com computação gráfica, colocando os detalhes, na etapa chamada de pós-produção, depois das cenas gravadas.

O navio será mais um item do gigantesco acervo de cenários, moveis, objetos, vestimentas, perucas, etc, a disposição da imaginação dos criadores da Globo.

M.A.Z. / 26-03-017

Redação

A Pró-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira surgiu em 21 de agosto de 1995. Sua finalidade é preservar a memória da radiodifusão nacional e congregar toda classe que representa. Objetiva a criação do Museu do Rádio, da Televisão e das Novas Mídias (também chamado de “Museu da TV”).

 
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