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A silenciosa partida da atriz Bárbara Fazio



A veterana atriz Bárbara Fazio nos deixou no final de março do ano passado, na capital paulista, aos 90 anos de idade, mas só agora a notícia chegou à mídia por um trabalho de investigação dos pesquisadores Gui Castro Neves e Diego Nunes.
Viúva do diretor e dramaturgo Wálter George Durst, Bárbara começou sua carreira na Rádio Cultura, lendo poemas. Já casada com Durst ela foi para Rádio Tupi e no começo dos anos 1950 estava na TV Tupi participando dos teleteatros da emissora.
No cinema se destacou em “Floradas na Serra”; “Senhora”; “O Sobrado”; “Fronteiras do Inferno”; “As Gatinhas”; “A Herança”; “Um Anjo Mau”; “As Três Mortes de Solano” e “Doce Delírio”.
Atuou no Teatro de Arena e foi apresentadora na TV Excelsior nos  anos 1960. Nas novelas ganhou prestígio nacional ao viver a personagem Silvana Karany na novela “Coração Alado” em 1980, na TV Globo. Ainda na emissora fez “Terras do Sem Fim”; “Anarquistas, Graças a Deus”; “Memórias de um Gigolô”; “Brega e Chique” e “Despedida de Solteiro”.
Em 1995, na TV Manchete, acompanhando o marido, esteve no grande elenco da novela “Tocaia Grande”, uma adaptação de Durst da obra de Jorge Amado. Sua última novela foi em 1997 no SBT, em um papel de destaque no remake de “Os Ossos do Barão”.
Depois da morte do marido ela abandonou a carreira e passou a se dedicar aos dois filhos que teve do casamento de mais de 40 anos com Durst.

Redação

A Pró-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira surgiu em 21 de agosto de 1995. Sua finalidade é preservar a memória da radiodifusão nacional e congregar toda classe que representa. Objetiva a criação do Museu do Rádio, da Televisão e das Novas Mídias (também chamado de “Museu da TV”).

 
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