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O adeus a Maria Isabel de Lizandra



Perdemos na noite desta quinta-feira, 14 de março, o talento, o brilho e a beleza de Maria Isabel de Lizandra, uma atriz que desde 1964, atuava em novelas, minisséries e teleteatros da nossa telinha. Ela foi vítima de uma pneumonia e estava internada no Hospital das Clínicas de São Paulo.

Nascida Maria Isabel Antunes Maciel em 5 de junho de 1945, ela estreou na TV Tupi na novela “Se o Mar Contasse e depois disso teve intensa atividade na TV, no teatro e no cinema até o final dos anos 1990, quando aos poucos foi abandonando a carreira.

Maria Isabel se transformou em uma das principais atrizes da TV Excelsior onde fez trabalhos marcantes como “O Terceiro Pecado”; “A Muralha” e “Dez Vidas”. Foi para a TV Tupi e lá brilhou em muitas novelas. Ela foi a Cristina de “Hospital”; a Belinha de “Na Idade do Lobo”; Elisa em “Camomila e Bem-Me-Quer”; Malu em “Mulheres de Areia”; Carolina em “Vila do Arco”; a rebelde Catarina em “O Machão”; Lúcia em “Xeque Mate” e Isabel em “Éramos Seis”.

Passou pela Bandeirantes em “Cara a Cara”; pela TV Cultura como apresentadora e atriz em várias minisséries e chegou na Globo onde atuou em “Champagne”; “Moinhos de Vento”; “Tenda dos Milagres”; “Vale Tudo” e “Pacto de Sangue”. Fez sucesso na TV Manchete na novela “Dona Beija”, vivendo dona Josefa, que viúva se apaixona por um jovem músico. Lá atuou ainda na minissérie “Filhos do Sol”.

Antes de largar a carreira e se tornar professora de arte dramática, ela ainda passou pela TV Record na minissérie “Por Amor e Ódio” e sua última aparição na TV foi na minissérie “Labirinto”, em 1999, na TV Globo.

Ela foi casada com o ator Ênio Gonçalves, também já falecido, e deixou duas filhas. Seu corpo foi velado no Cemitério do Araçá e enterrado no Cemitério da Consolação.

 

Redação

A Pró-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira surgiu em 21 de agosto de 1995. Sua finalidade é preservar a memória da radiodifusão nacional e congregar toda classe que representa. Objetiva a criação do Museu do Rádio, da Televisão e das Novas Mídias (também chamado de “Museu da TV”).

 
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