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A morte do cantor e compositor Sérgio Ricardo



O cantor e compositor Sérgio Ricardo morreu no último dia 23 de julho, no Rio de Janeiro, aos 88 anos de idade, vitimado por uma insuficiência cardíaca após contrair a Covid-19.

Sérgio Ricardo nasceu no interior de São Paulo e aos 17 anos, mudou-se para São Vicente, no litoral paulista, onde trabalhou como operador de som e discotecário na Rádio Cultura.

Em 1952, foi para o Rio de Janeiro e trabalhou como locutor na Rádio Vera Cruz e em seguida foi pianista na noite carioca por muitos anos nas principais boates do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Foi a cantora Maysa que gravou sua primeira composição, “Buquê de Isabel”.

Em São Paulo, na TV Tupi, atuou como ator e também como pianista. Como ator  atuou na TV Rio e depois no “Grande Teatro Tupi”.  Em 1962, Sérgio tocou no Festival da Bossa Nova, no Carnegie Hall, em Nova York.  Em 1967, lançou o disco “A Grande Música de Sérgio Ricardo”, com composições inéditas e as trilhas que fez para o cineasta Glauber Rocha.

No III Festival da Canção de 1967,  na TV Record, defendendo a canção “Beto Bom de Bola”, Sérgio Ricardo quebrou o violão e o lançou sobre a plateia, irritado com as vaias que o impediam de interpretar a canção no palco.

Sérgio Ricardo também fez cinema e dirigiu o longa “A Noite do Espantalho” em 1974, estrelado por Rejane Medeiros e o cantor Alceu Valença.

Redação

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