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A morte de André Midani, ícone da indústria fonográfica



Morreu no Rio de Janeiro, no último dia 13 de junho, aos 86 anos de idade, um dos maiores nomes da indústria fonográfica brasileira, André Midani. O produtor musical estava com câncer.

Midani era natural de Damasco, na Síria, mas foi criado na França e ao ser convocado para combater na guerra que a França travava na Argélia, pegou um navio e veio para o Rio de Janeiro em 1955.

Aqui ele se empregou primeiro na gravadora Odeon (depois EMI) e foi responsável por lançar o selo Capitol Records no Brasil. André Midani  alavancou e projetou a carreira dos maiores nomes da Música Popular Brasileira: Elis Regina, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Tim Maia, Chico Buarque e Jorge Ben Jor, entre outros.
Em 1968 ele assumiu a a presidência da Philips (hoje Universal Music), na época deficitária e em  três anos a recuperou no mercado musical. Nos anos 1980, fez da Warner a gravadora do pop-rock brasileiro, lançando bandas como Kid Abelha, Titãs, Ultraje a Rigor e Ira!.Foi presidente da Warner para a América Latina e da Warner Internacional e em 2008, André Midani lançou o livro de memórias “Música, ídolos e poder: do vinil ao download“.

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Redação

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