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Ficamos sem o talento e o carisma da atriz Nicette Bruno



A atriz Nicette Bruno não resistiu às complicações causadas pela Covid-19 e morreu no último dia 20 de dezembro, aos 87 anos de idade, e com 70 anos dedicados ao Teatro, TV e Cinema.

Nicette estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desde o dia 29 de novembro na Casa de Saúde São José, no Humaitá, no Rio de Janeiro, quando testou positivo para a doença causada pelo coronavírus.

Nicette Xavier Miessa, ou simplesmente Nicette Bruno, era filha da atriz Eleonor Bruno, e aos 14 anos, já atuava na Companhia Dulcina-Odilon, estreando na peça “A Filha de Iório“, de Gabriele D’Annunzio.

Aos 19 anos, atuando no Teatro, ela conheceu o ator Paulo Goulart, com quem teve um casamento de 60 anos e tres filhos atores: Bárbara Bruno, Beth Goulart e Paulo Goulart Filho.

O carisma e o talento de Nicette Bruno chegaram na Televisão no início dos anos 1950, quando ela estreou na extinta TV Tupi fazendo teleteatros. Mas a primeira telenovela foi na TV Excelsior em 1967, “Os Fantoches” e na mesma emissora se destacou também em “A Muralha“.

Foi uma das principais estrelas da TV Tupi e depois da TV Globo, se destacando na primeira em novelas como “A Gordinha”; “Papai Coração”; “Éramos Seis” e “Como Salvar Meu Casamento” e na Globo em: “Sétimo Sentido”; “Selva de Pedra”; “Rainha da Sucata”; “Mulheres de Areia”; “Alma Gêmea”; “O Profeta”; “Sítio do Picapau Amarelo” como Dona Benta; “Ti-Ti-Ti”; “Salve Jorge”; “Joia Rara  e  “Órfãos da Terra”, entre muitos outros trabalhos.

 

Redação

A Pró-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira surgiu em 21 de agosto de 1995. Sua finalidade é preservar a memória da radiodifusão nacional e congregar toda classe que representa. Objetiva a criação do Museu do Rádio, da Televisão e das Novas Mídias (também chamado de “Museu da TV”).

 
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