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NELSON NATALINO

BIOGRAFIA DE NELSON NATALINO PARA O MUSEU DA TELEVISÃO BRASILEIRA

Nascido em São Paulo, em 13 de junho de 1953, filho de João Natalino e Noemia Funke Natalino, Nelson é casado e tem 3 filhos.

Ele atua como consultor na área de Sistemas, Métodos e Processos em grandes empresas da área financeira. Paralelamente sempre atuou  na área artística, e isso desde muito jovem. Compositor desde os 14 anos, é autor de aproximadamente 350 músicas, com diversos parceiros.

Em 1971, então com 17 anos, fez curso de teatro na Escola Contemporânea de Artes em São Paulo, quando foi convidado pela então professora de interpretação e dicção, a radioatriz  Irani Borges, para atuar na Rádio São Paulo em novelas. Interrompeu essa atividade aproximadamente um ano depois, para atender ao chamado do Serviço Militar. Nesse período dedicou-se a eventos de música,entre eles os chamados festivais estudantis, sendo o criador do FECLAO , no Liceu de Artes e Ofícios,onde cursou o segundo grau.Depois, já cursando Administração de Empresas, ingressou no mercado financeiro, na área de sistemas. Foi quando editou seu primeiro livro: “Confidências de um João de Barro”, em 1988. Eram poesias. Em seguida escreveu “O Sinaleiro Amarelo”,que eram contos e crônicas. Isso em 1999. Associado à SBAT desde l994,é autor de diversas pecas teatrais (dramas, comédias e infantis). Nos últimos anos vem se especializando, ao lado de Marcos Beatriz, como roteirista, sendo autor de roteiros de cinema (um curta e dois longas), entre eles “O Primeiro Beijo”, que conta a trajetória da atriz Vida Alves e ainda de vídeo-clips, mini-séries, eventos (inclusive o “Show de 53 anos da TV Brasileira, feito pela Pró-TV) e de programas de T.V.

Nelson Natalino é diretor cultural da Pró-TV. Homem sempre empreendedor, em 2007 montou uma peça de sua autoria, na cidade de  Guarulhos, que é próxima a São Paulo e que tem atualmente a segunda maior população do estado. O interessante é que Nelson colocou suas duas filhas como atrizes  e elas  se saíram  muito bem. E a sala de espetáculo  ficou sempre lotada, em todas as suas apresentações.