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MARACY MELLO


Maracy Ambrogi Melo nasceu em Itatiaia, RJ, em 19 de maio de 1943. Ela estreou no cinema em 1961, dando início a uma trajetória de destaque nas telas. O começo é marcado pela co-produção Brasil/México, “O Fugitivo da Noite”, dirigido por Antonio Orellana, e pelo sucesso “Tristeza do Jeca”, de Mazzaropi.

Chegou à televisão em 1967 na novela “O Tempo e O Vento”. Depois vieram “A Muralha”, “A Menina do Veleiro Azul” e “Dez Vidas”, todas na Excelsior. Na Record esteve em “Sol Amarelo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca” e na Tupi em “O Velho, o Menino E o Burro”.

No cinema atuou também em “O Vigilante e os Cinco Valentes”, “A Vida Quis Assim”, “Enquanto Houver Uma Esperança”, “Maré Alta”, “O Matador”, “2000 Anos de Confusão”, “Corisco, O Diabo Loiro”, “Elas”, “Marcado Para o Perigo”, “O Exorcista de Mulheres”, “A Filha do Padre”, “Lilian M.- Relatório Confidencial”, “O Sexualista” e “Fruto Proibido”, “Noite em Chamas”, “J.J.J., o Amigo do Super-Homem”, “Os Três Boiadeiros”, “Sete Dias de Agonia – O Encalhe”, “O Baiano Fantasma” e “A Grande Noitada”.

Em 1967 fez par romântico com o ator e diretor Egidio Eccio, no filme “A Vida Quis Assim” e acabaram se casando, numa união que durou até a morte de Eccio, em 1977. Mais tarde ela se casou com o diretor Denoy de Oliveira.

No teatro Maracy esteve em “O Avarento”, “O Guarda da Alfândega” e “A Ratoeira”, ente outras peças.

Nos últimos filmes em que atuou, trabalhou também na produção executiva. Quando se afastou da vida artística passou a dirigir uma produtora.

 
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