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IRMA ALVAREZ


Irma Alvarez nasceu no dia 21 de novembro de 1933, em Salligueló, na Argentina. Seu nome de batismo é Irma Rufina Puster de Alvarez. Modelo na adolescência, ela veio ao Brasil pela primeira vez em 1951, ainda menor de idade, contra a vontade de sua família, para participar do teatro de revista de Walter Pinto. Voltou para sua terra natal e após um ano retornou em definitivo. Estava apaixonada pelo Brasil.

Em 1956 foi contratada por Carlos Machado, para quem trabalhou durante muitos anos. Atuando no teatro, nas boates, no cinema e na televisão Irmã se tornou um nome importante, cercada de algumas polêmicas. Começou sua postura libertária ao protagonizar a primeira fotonovela brasileira em 1957. Causou furor também ao desfilar de biquíni em 1959, no tradicional Copacabana Palace, no Rio. Dona de formas irrepreensíveis, ela viveu o glamour dos anos 50, figurando na famosa lista “As Certinhas do Lalau”, do jornalista Sérgio Porto, que definia quem eram as beldades na época. A estréia nas artes foi no filme “Cinco Locos en la Pista”, de 1950, quando ainda morava na Argentina. O primeiro longa no cinema brasileiro foi “Brasiliana”, com Carlos Machado, em 57.

Mas onde ela apareceu mesmo foi na comédia “Massagista de Madame”, de Victor Lima, em 1958. Depois vieram muitos trabalhos de destaque, como “Porto das Caixas”, com o qual ganhou muitos prêmios, “Todas as Mulheres do Mundo”, “Terra em Transe”, “A Noite do Meu Bem”, “A Estrela Sobe” e “Pra Frente Brasil”, entre outros. Seu filme mais comentado foi “Cavalo de Oxumaré”, de Ruy Guerra, quando raspou a cabeça para interpretar seu papel, causando muita polêmica. Sua primeira novela foi “Carinhoso”. Em seguida fez “O Semideus”, ambas na Globo, Rio. Deu um tempo na tv e voltou para a mesma emissora onde atuou em “Sem Lenço, Sem Documento”, “Pai Herói”, “Sétimo Sentido” e na série “Ciranda, Cirandinha”. Seu último trabalho foi no filme “O Viajante” de 1999. Irmã faleceu no dia 8 de janeiro de 2007 no Rio de Janeiro.

De 2000 a 2006, ela morou em Miami (EUA), onde ajudou a filha a criar seus netinhos. Voltou ao Brasil para se tratar. Nos últimos tempos se dedicou à pintura e ao voluntariado, no hospital INCA. Era viúva. Deixou uma filha, Krishna, os netos João Eduardo e Joana. Segundo Krishna, o papel que sua mãe mais se orgulhou de fazer foi a “Vitória” da novela “Pai Herói”, de Janete Clair.

 
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