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ERIC HART


Seu nome completo é: Erik David Gondim Figueiredo. Ele nasceu nos Estados Unidos, na cidade de Salt Lake, em 13 de setembro de 1964. É jornalista e atua em televisão. Ele é também biólogo e militar.

Sua vida e sua carreira:

Eric é casado com uma brasileira de nome Elisabeth Hart, que é tradutora. E eles resolveram mudar para o Brasil.

A mãe de Eric já trabalhava na TV Globo como tradutora, em programas como o “ Oscar”, etc. E então ela fez as apresentações necessárias e Eric entrou para a emissora.( Em verdade, ele já havia trabalhado no Brasil, na TV Manchete).

Mas ele fez o curso de Jornalismo, na Faculdade da Cidade e se formou em 1989.

No começo de seu trabalho, Eric teve várias funções na Globo. Foi assistente de produção, foi editor,fez decupagem de material de arquivo, etc.

Ele participou da equipe de jornalismo, da Olimpíada de Atlanta, em 1996 e , ao voltar, ganhou um cargo que estava vago, na editoria internacional do “Jornal Nacional”. Em 1988, foi para o cargo de editor de internacional da Globo. Depois, foi enviado a Londres, como produtor; Lá ficou três anos. E teve opoortunidade de cobrir acontecimentos muito importantes. Entre outros, ele fez a repercussão no mundo, da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, em 2001.

Nessa época, Eric ainda estava em Londres, quando a TV Globo estreou um KIT-Reportagem, que passou a facilitar muito o trabalho dos repórteres especiais, que fazem coberturas pelo mundo.

Um trabalho importante, chefiado por Eric, foi com os povos asiáticos e a importância que dão aos estudos. Foram feitas coberturas no Vietnã, Singapura, Coréia. A série mostrou como a cultura impulsiona o crescimento do país.

,Em 2004, Eric Hart voltou ao Brasil, e passou a chefiar os correspondentes internacionais.

Fez uma cobertura, também em 2004, sobre o tsunami na Ásia, que ganhou o Prêmio Rede Globo de Jornalismo.

E daí para a frente, sempre Eric Hart fez trabalhos caprichados e mesmo brilhantes, cobrindo todo o mundo, como a morte de Bin Laden.

Diz ele:” Temos que mostrar ao público o perigo que é enfrentado todos os dias pelos correspondedntes internacionais, fazendo reportagens, por exemplo em zonas de conflito, mas não podemos deixar de fazê-las. Importante, então , é saber fazer a dosagem de tudo”.

 
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