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DOMINGOS MEIRELLES


Domingos João Meirelles nasceu no Rio de Janeiro, no bairro do Méier, em 8 de maio de 1940. Filho de uma família de imigrantes europeus, que chegaram ao Brasil depois da revolução de 30.Seu pai, João Américo Meirelles foi condutor de bonde, até se estabelecer como comerciante, dono de armazém.Sua mãe, Maria Adelaide Felix Meirelles, foi doméstica.

Domingos Meirelles começou a trabalhar cedo. Passou por vários empregos e em 1965, conseguiu vaga de estagiário, no jornal “ Última Hora”.Seis meses depois, foi contratado como repórter. Ficou nesse jornal até 1968 e aí se transferiu para a revista “ Quatro Rodas”, da Editora Abril. Domingos era tão empenhado no seu trabalho e conseguiu tantos furos, como conseguir denunciar o DETRAN , do Rio de Janeiro, por ter dado carteira de motorista para um homem cego. Isso rendeu a Domingos o Prêmio Esso de Jornalismo.

Domingos Meirelles foi contratado pela revista “ Realidade”, em São Paulo, onde ficou até 1972. Nesse ano voltou ao Rio e foi trabalhar no “ Jornal da Tarde”.Assinou então uma série de reportagens sobre a “ Coluna Prestes”. Em seguida escreveu um livro: “ A Noite das Grandes Fogueiras”, que só foi publicado 20 anos depois, em 1996.

Em 1975, Domingos começou a trabalhar em “ O Globo”. Escreveu, entre outras coisas, reportagens importantes, como por exemplo: O terremoto de 1976, em Guatemala. Também foi responsável pela seção: “ Plantão Globo”. Em 1976, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no” O Estado de São Paulo”, onde ficou por 10 anos.

Foi para a TV Globo, em dezembro de 1985, participando do “Jornal Nacional”, a convite de Armando Nogueira. Fez reportagens também para o “ Fantástico” e para o “ Globo Repórter”.

Em 1989, ganhou o Prêmio Líbero Badaró de Telejornalismo, oferecido pela Revista Imprensa. A reportagem era sobre carros brasileiros roubados na fronteira com o Paraguai.

Também fez reportagem sobre o desaparecimento do pianista brasileiro Tenório Junior, na noite do golpe que derrubou Isabelita Perón, na Argentina. Com isso, ganhou o Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo. E após a publicação da reportagem, as famílias de brasileiros vítimas da ditadura argentina, receberam indenizações, inclusive a do pianista.

Em 1996, Domingos Meirelles saiu da Globo e transferiu-se para o SBT, e entrou no programa “ SBT Repórter”. Em 2000, foi contratado pela TV Record, mas ficou ali pouco tempo, desligando-se logo. Em agosto de 2000, ele voltou à Globo e substituiu Marcelo Rezende no programa: “ Linha Direta”. Apresentou também o “Linha Direta Justiça”. E em 2014, após um tempo afastado da telinha, foi contratado pela TV Record, para apresentar o “Repórter Record – Investigação”.

Em 2003, recebeu a Medalha Tiradentes, dada pelo Legislativo do Rio de Janeiro. E em 2007, recebeu o Diploma da Academia Internacional de Televisão, Artes e Ciências dos Estados Unidos.

Domingos Meirelles foi diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, entre 1975 e 1981. Foi Editor Cultural do jornal da Associação Brasileira de Imprensa- a ABI. Em 2003, lançou seu 2º livro: “ 1930= Os Órfãos da Revolução”.

 
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