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DINA LISBOA


A atriz Dina Lisboa nasceu em 12 de setembro de 1912 em Angatuba, São Paulo. Era sua meta seguir a carreira de professora primária. Em 1935 mudou-se para uma das escolas da capital. Mas trocou o magistério, em 1939, para ingressar no funcionalismo público. Em São Paulo estudou canto, dança e declamação, tendo cursado, entre 1949 e 1951, a Escola de Arte Dramática. E assim, com novos ideais se integrou a alguns grupos teatrais de grande importância: a Cia. Sérgio Cardoso, o Teatro Brasileiro de Comédia/TBC e Teatro de Arena, entre outros. Em 1951 fez seu primeiro filme “Suzana e o Presidente”. Seguiram, entre outros, “Presença de Anita”, “Appassionata” e produções de Mazzaropi. Em 61 estreou na tv fazendo “Maria Antonieta” na TV Cultura, com direção de Benjamim Cattan.

Sua primeira novela diária foi “Somos Todos irmãos” de 1966, na Tupi. Fez depois na Excelsior “O grande Segredo”. Voltou para a Tupi em “Yoshico, Um Poema de Amor” e “A Ponte de Waterloo”. Na Record fez “Éramos Seis”, em 67. Vieram na seqüência “Estrelas no Chão“ na Tupi, “O Santo Mestiço” na Globo e “Ricardinho: Sou Criança, Quero Viver” na Bandeirantes. Em 1969 teve grande destaque como Virginia na novela “Nino, o Italianinho” de Geraldo Vietri.

O autor e diretor a escalou para suas novelas seguintes: “A Fábrica”, “Vitória Bonelli”, “Meu Rico Português” e “Os Apóstolos de Judas”. Em 77 fez seu último trabalho no cinema “Que Estranha Forma de Amar”, também escrito e dirigido pelo Vietri, baseado na obra de Machado de Assis.

Dina faleceu no dia 4 de agosto de 1987, na sua cidade natal, Angatuba. Cidade que também é berço do repórter Luis Carlos de Moraes, o Tico-Tico e do músico e apresentador João Gordo.

 
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