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Atriz Daisy Lúcidi, outra vítima da Covid-19



A atriz e radialista Daisy Lúcidi morreu no último dia 7 de maio, vítima do novo coronavírus, aos 90 anos de idade, no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Daisy Lúcidi integrou o primeiro elenco de atores da Rádio Globo e fez sua estreia na TV em 1960. Como radialista, comandou, durante 46 anos, o programa Alô Daisy, na Rádio Nacional, onde ouvia dilemas da população e denunciava problemas do Rio de Janeiro.

Foi também vereadora e deputada estadual no Rio de Janeiro por diferentes partidos.  Foi na Rádio Globo que ela conheceu seu futuro marido, o jornalista esportivo Luiz Mendes — com quem ficou casada por 64 anos. Ele morreu em 2011.

Daisy fez uma minissérie de Janete Clair, na extinta TV Rio, em 1960, e ingressou nas novelas da Rede Globo com Homem Proibido, em 1967 e depois voltaria para as novelas em O Casarão (1976). Ela também fez cinema na década de 1970 e participou de Eu Transo, Ela Transa (1972), dirigido por Pedro Camargo.

A atriz retornou às novelas em 2007, a convite de Gilberto Braga para interpretar uma síndica inflexível em Paraíso Tropical. Em 2010, aos 80 anos, fez sua primeira vilã na novela Passione, interpretando uma avó dissimulada que explorava as netas.

O último trabalho como atriz foi em 2015 na novela Babilônia, também na Rede Globo. Daisy Lúcidi deixou um filho, três netos e quatro bisnetas.

Redação

A Pró-TV – Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira surgiu em 21 de agosto de 1995. Sua finalidade é preservar a memória da radiodifusão nacional e congregar toda classe que representa. Objetiva a criação do Museu do Rádio, da Televisão e das Novas Mídias (também chamado de “Museu da TV”).

 
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